Foi a ultima. A ultima vez que cerrei os pulsos ao passar por certos locais, a ultima vez que cai uma lágrima ao pronunciar certas palavras, a ultima vez que desperdiço uns mínimos espaços de tempo que sejam com um ser humano desprezível como tu! Foi o último texto que escrevi, a ultima vez que pensei em algo que tivesse a ver contigo, a ultima vez que fizeste parte da minha vida, do meu presente! Sumis-te, desapareces-te, evaporas-te, FINALMENTE!
Sinto ódio de mim mesma por ainda permitir que compareças no meu horizonte, por ainda pensar que "estive aqui, naquele dia, naquele preciso momento com ele", sinto ódio, por sentir que aquele momento poderia ser presente e não passado e por talvez desejar que se repetisse! Mas acabou, acabou de vez!
Não sei se compensou tudo o que se passou, se valeu a pena, mas também já não quero saber. Para já quero imaginar que não passou disso mesmo, de imaginação, de algo irreal, e depois desta raiva enorme que tenho dentro de mim desaparecer, poderei talvez pensar, na possibilidade de ter acontecido. Já não me importa minimamente que queiras magoar, que pises e que te deixes pisar, que te tornes aquilo que comigo nunca irias ser, já nada me importa! Agora, não saberás nada, ninguém saberá. Mas se um dia quiseres parar de dar uso a essa estupidez nata que te consome, por breves momentos e quiseres desperdiçar uns tristes segundos para pensar o que poderei ou não estar a sentir, olha para o céu e lembra-te: mesmo que hoje esteja a chover, amanha o sol poderá brilhar como nunca brilhou e sabes porque? Porque não depende de algo para o fazer.
Vês este sorriso? Voltou mesmo sem tu teres voltado. Não preciso de ti para ser feliz, nem nunca precisei, agora percebo isso.
Sinto ódio de mim mesma por ainda permitir que compareças no meu horizonte, por ainda pensar que "estive aqui, naquele dia, naquele preciso momento com ele", sinto ódio, por sentir que aquele momento poderia ser presente e não passado e por talvez desejar que se repetisse! Mas acabou, acabou de vez!
Não sei se compensou tudo o que se passou, se valeu a pena, mas também já não quero saber. Para já quero imaginar que não passou disso mesmo, de imaginação, de algo irreal, e depois desta raiva enorme que tenho dentro de mim desaparecer, poderei talvez pensar, na possibilidade de ter acontecido. Já não me importa minimamente que queiras magoar, que pises e que te deixes pisar, que te tornes aquilo que comigo nunca irias ser, já nada me importa! Agora, não saberás nada, ninguém saberá. Mas se um dia quiseres parar de dar uso a essa estupidez nata que te consome, por breves momentos e quiseres desperdiçar uns tristes segundos para pensar o que poderei ou não estar a sentir, olha para o céu e lembra-te: mesmo que hoje esteja a chover, amanha o sol poderá brilhar como nunca brilhou e sabes porque? Porque não depende de algo para o fazer.
Vês este sorriso? Voltou mesmo sem tu teres voltado. Não preciso de ti para ser feliz, nem nunca precisei, agora percebo isso.
